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EDUARDO AMORIM: ADMISSÕES E EFETIVAÇÕES DE TRABALHADORES NO FIM DE ANO
Cadastrado em 06/12/2017 15:39

Das 10 mil vagas para trabalho temporário no fim do ano previstas pelo Sindicato dos Empregados no Comércio do Estado de Goiás (Seceg), 7.325 haviam sido preenchidas até esta terça-feira (28). As inseguranças no cenário econômico retardaram o início das contratações de trabalhadores temporários - que geralmente têm início entre setembro e outubro e neste ano se consolidaram mesmo no mês de novembro -, mas o volume de contratações e o resultado da pesquisa realizada pelo sindicato com as empresas já permitem prever uma efetivação em torno de 18% dos temporários.

“Trabalhávamos antes com a perspectiva de efetivação de 10% dos contratos temporários”, disse ao POPULAR o presidente do Seceg, Eduardo Amorim. “O perfil dos candidatos tem atendido às expectativas dos lojistas e nossos indicadores apontam essa recuperação”, acrescenta Amorim. A pesquisa do Seceg é feita ouvindo aproximadamente 800 empresários que tinham possibilidade de contratar. O sindicato tem uma agência de empregos, que faz essa intermediação de forma gratuita para lojistas e empregados, além de oferecer cursos de capacitação.

O Sindicato do Comércio Varejista no Estado de Goiás (Sindilojas) também oferece cursos voltados para a atuação no comércio. Não há mais vagas para cursos, a última turma receberá a capacitação no dia 7 de dezembro, mas ainda há vagas a serem preenchidas. “As empresas estão contratando e acreditamos, pelo feedback que temos tido, que muitas vão efetivar os contratos para repor o quadro de funcionários, visto que vêm trabalhando com quadro defasado em função da crise”, avalia o presidente do Sindilojas, José Carlos Palma Ribeiro.

A estudante Francisca Pereira da Silva, de 20 anos, espera ansiosamente por uma dessas vagas que ainda não foram preenchidas. Ela fez o treinamento oferecido pelo Sindilojas para atuar com vendas. Francisca tem experiência anterior com vendas, de forma autônoma, e também com serviço público e em um sindicato. “Encaminhei muitos currículos, estou na torcida”, diz a jovem. Já Jordana Miranda, 20, que também fez curso para vendas, levou nesta terça a documentação para a empresa de call center que a contratou. “Visitei várias empresas e enviei muitos currículos”, relata.

Reformas

O presidente do Sindilojas acredita que medidas como a reforma trabalhista, que entrou em vigor no último dia 11, dão mais segurança para os empresários investirem. “Muita gente estava com medo de entrar em uma armadilha de fim de ano, mas o cenário é de retomada da confiança”, resume, alertando que a tendência é de consolidação do quadro que se desenha. “Temos bons indicadores, a expectativa é boa, mas é preciso que se confirmem, que nossa política não atrapalhe”, diz. Mantendo-se essas condições, avaliam Borba e Amorim, a tendência é de um início de ano melhor tanto para lojistas como para trabalhadores do comércio.

Redes sociais têm influência

O currículo é pessoal e personalíssimo e os dados nele informados têm de corresponder à realidade, sob pena de perda de confiança. E também da vaga de emprego. O alerta é do presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio do Estado de Goiás (Seceg), Eduardo Amorim.

Ele pondera que em época de democratização do acesso à internet e de grande exposição nas redes sociais, tornou-se hábito o empregador pesquisar o perfil e as postagens do candidato a emprego nas redes sociais em que ele atua. “Isso estava atrapalhando demais as contratações”, relata.

A solução foi investir nesse assunto nos treinamentos oferecidos no Seceg. “Solicitamos sempre que o perfil seja o mais fiel possível ao se dirigir às empresas e enviar currículo”, explica Amorim. Isso porque as redes sociais têm sido determinantes, além de outros aspectos, no momento da escolha do empregado.

 
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