ARTIGO PRESIDENTE DO SECEG EM O POPULAR: Emprego de Presente


A economia brasileira tem sido um grande teste de resiliência ao brasileiro. Quando em colapso, ela consegue gerar desconforto em toda uma cadeia que vai de quem produz a matéria prima, até quem compra produtos e serviços.

Neste vácuo está o emprego, algo que nos últimos anos foi desidratando às estatísticas oficiais. Agora, na reta final de 2017, começamos a respirar e emergir para a contratação temporária no comércio.

A expectativa é de aumento em torno de 3%, em relação ao ano passado, no Estado. Conta simbólica, mas importante quando colocada diante dos desnutridos números do ano passado que previam o mesmo número, 3%, só que de queda na criação de vagas no Estado e com pouquíssimas chances de efetivação em janeiro.

A perspectiva nacional também é positiva para 2017. A Confederação Nacional do Comércio estima até dezembro a criação de 73 mil vagas em todo País. Um aumento de 10% em relação ao ano passado.

O fôlego está inserido em um contexto econômico que paulatinamente vem dando sinais de reação ao longo do primeiro semestre, estendendo-se para o segundo. O governo até acredita na transferência do paciente chamado emprego, da UTI para o quarto. Quer fechar o ano com número maior de efetivações graças a setores econômicos como a indústria, agronegócio e serviços que não deixaram a situação piorar.

Passamos de uma taxa de vagas ofertadas de 12,8% no ano passado, em igual período atual, para 13,7%. Um resultado pequeno diante da síncope financeira promovida pelos descalabros políticos dos últimos anos, mas que significa quantidade a mais de empregos e volume maior de dinheiro dentro dos caixas das lojas.

A fórmula fecha com o otimismo maior do empresário, que abre mais vagas para vendas de final de ano. Nesta onda de otimismo os comerciantes fazem as contas na calculadora e já acreditam em uma reação nos negócios de algo de 4,3% em relação a 2016. Um montante de movimentação financeira de R$ 34,3 bilhões até dezembro.

O crédito vem sendo feito em cima das últimas datas comemorativas que responderam positivamente às vendas, claro que bem mais comedidas desta nova sociedade que não quer se endividar, mas que aos poucos separa negócios de política para existir.


Fonte: O Popular

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